O Stress nosso de cada dia

26 de Novembro de 2012 at 9:37 Deixe um comentário

Doutoranda Larissa Renata de Oliveira Bianchi

Nos primeiros estudos realizados sobre o stress ou estresse, a terminologia era usada como um conceito da física e engenharia, quando se observava quanto uma barra de metal resiste ao stress (força ou tensão) a ela aplicada, antes que se deforme ou rompa, significa também a conseqüência das forças contrapostas, traduzidas por um conjunto de alterações inespecíficas em relação aos agentes que podem produzi-lo.

Atualmente o stress é considerá-lo como um estado intermediário entre a saúde e a doença, no qual o corpo luta contra o agente causador da doença. Se o corpo vencer a luta, retorna ao equilíbrio, ou seja, à saúde, caso contrário, evoluirá para a doença, até o corpo descobrir outras formas para reagir aos agressores.

A idéia do caráter exclusivamente negativo do estresse é abandonada quando se conclui em pesquisas que o mesmo não se origina apenas como resposta a uma ameaça ou agente agressor, mas também pode resultar de situações agradáveis, saudáveis e necessárias, como uma promoção no emprego, o casamento, o nascimento de um filho.

Pode-se ainda mencionar o stress como qualquer tensão, aguda ou crônica, capaz de produzir mudança de comportamento físico e emocional, e uma resposta de adaptação psicofisiológica que pode ser negativa ou positiva ao organismo.

O estresse é um desgaste causado por alterações psicofisiológicas que ocorrem quando a pessoa se vê forçada a enfrentar uma situação que, de um modo ou outro, a irrite, amedronte, excite ou confunda, ou mesmo a faça imensamente feliz. Qualquer situação que desperte uma emoção forte, boa ou má, que exija mudança é um estressor, isto é, uma fonte de estresse.

As manifestações orgânicas frente ao estresse podem ser observadas tanto na forma física como na psicológica, sendo as físicas mais comuns, o aumento da sudorese, nó no estômago, taquicardia, tensão muscular, hipertensão arterial, hiperatividade, mãos e pés frios, náuseas e, psicológicas a ansiedade, tensão, angústia, insônia, alienação, dificuldade de relacionamento, preocupação excessiva, incapacidade de concentração, tédio, ira, depressão e  até uma hipersensibilidade emotiva.

Porém sabe-se que diferentes pessoas podem reagir a um mesmo estressor de maneira diferente, ou seja, a capacidade de lidar com os estressores pode variar de uma pessoa para outra, conforme a experiência de aprendizado adquirida durante a vida.

O mais importante é sabermos distinguir os estressores que são maléficos para a saúde do nosso corpo e da nossa mente, e assim podermos lidar da melhor maneira com as situações na tentativa de diminuir os riscos de doenças.

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