O Skate e a Física

30 de Outubro de 2013 at 10:31 Deixe um comentário

Autores
Samira Cassoti Grandi
Eloa Dei Tós Germano
Tamiris Lopes Anversi
Bianca Cintra de Carvalho

Orientação
Luciano Carvalhais Gomes
Alice Sizuko Iramina

01b

01De brinquedo de menino a profissão, de rebeldia juvenil a esporte espetáculo, a história do skate faz parte da história do brincar a partir de diversos tipos de deslizamentos. Segundo algumas fontes, arqueólogos demonstraram ser muito antigo o desejo do homem por encontrar formas diferenciadas de andar que não estejam, exclusivamente, presas aos passos cadenciados das pernas.

Diversas foram ás combinações entre elas os habitantes de lugares frios, passaram a acoplar sob suas pernas alguma espécie de patins feitos de ossos maxilares de veados ou de outros animais que possuíam mandíbulas compatíveis ao formato de seus pés, e a partir desta surgiram diversas outras formas de se aventurar, como no século XVIII que apareceram as primeiras espécies de patins com rodas.

Foi dessa brincadeira de deslizar sobre rodas que surgiu o skate, sendo sua história relacionada diretamente ao patins. O uso do skate para competições e exibições esportivas começou a dar uma maior visibilidade para esta atividade ao tentar transformá-la de brincadeira ou “moda” em algo “sério” e competitivo, onde não seriam possíveis sem um elemento lúdico e corporal que as definissem, ou seja, o equilíbrio do corpo em velocidade.Desta forma um halfpipe, ou seja a pista em forma de U usada em esportes radicais como skate, patins

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em linha e bicicross. O skatista começa em uma das pontas e desce até a parte mais baixa da pista. Eles alcançam velocidade para subir até a outra ponta e “ganhar o ar” para executar manobras antes de aterrissarem.

1. A 26 metros de altura, na ponta do halfpipe o skatista se prepara para o salto. Antes de descer o skatista tem certa quantidade de energia potencial, resultado da gravidade puxando-o para baixo.

2. Conforme o Skatista desce a rampa, começa a ganhar velocidade e precisa de muita habilidade e equilíbrio para ficar em cima do skate, devido à resistência do ar. Neste momento a energia potencial se transforma em energia cinética.

3. Terminada a descida, na parte mais funda da halfpipe, toda a energia do skatista é cinética, por isso ele atinge a velocidade máxima.Também o skatista flexiona o joelho para ganhar mais velocidade. Ele faz isso instintivamente, mas, fisicamente, compensa a perda de energia.

4.  Conforme o skatista sobe pela rampa oposta, a energia cinética volta a ser energia potencial, pois está indo contra a força da gravidade, o que faz com que s

ua velocidade diminua.

5. Quando atinge o ar é potencial novamente. Se aterrissar, o skatista pode usar essa energia para voltar ao outro lado.

6. Se quiser ir mais alto em um dos lados, o skatista precisa realizar trabalho ao deslizar pelo halfpipe.

7. O skatista se agacha ao entrar na parte plana e se ergue ao subir, diminuindo o raio da viagem no “circulo”.

 

PERON, H. Skate também é Física. Revista Galileu, edição 207. Out. de 2008.

Skate e Curiosidade. Disponível em: http://www.skatecuriosidade.com/curiosidade-skatisticas/ciencia-do-skate.

BRANDÃO, L. Do brincar
ao patinar: uma breve introdução
. Revista da Faculdade de Educação Física da UNICAMP, Campinas, v. 7, n. 2, p. 13-23, maio/ago. 2009.

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Ritmos Biológicos & Atividade Física Micotoxinas, o veneno nosso de cada dia.

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