Posts tagged ‘cuidados’

Pílula Anticoncepcional Engorda?

Suellen Moura Rocha

Acadêmica do curso de Enfermagem –  Monitora do MUDI

As pílulas anticoncepcionais são hormônios parecidos com os hormônios produzidos pelos ovários da mulher, o estrogênio e a progesterona. Agem impedindo a ovulação e dificultando a passagem dos espermatozóides para o interior do útero. São muito eficazes quando usadas corretamente, isto é, deve ser tomada todos os dias, de preferência no mesmo horário.

Porém, como todo medicamento existe a probabilidade de causar alguns efeitos colaterais como: enjôos, vômitos, sangramento ou manchas de sangue entre as menstruações, falta de menstruação, dor de cabeça leve, dor nas mamas, mudança de humor. Esses efeitos não são perigosos e na maioria das vezes desaparecem com o passar do tempo. Mas, nenhum desses efeitos colaterais preocupa tanto as mulheres, quanto ao famoso, AUMENTO DE PESO.

Sendo assim, as pílulas anticoncepcionais engordam? Não.

Quando as pílulas anticoncepcionais foram lançadas na década de 60 as doses de hormônios eram altíssimas, o que explica a grande retenção de líquido no corpo, ou seja, as mulheres inchavam o que dava a impressão de ter engordado. As pílulas modernas contêm menor dosagem de hormônio, assim a mulher incha menos e consequentemente ganha menos peso.

É importante ressaltar que, quando a mulher começa a usar a pílula, seu organismo precisa de um tempo para se adaptar. Por isso, ela não deve interromper o uso da pílula se ocorrer esses sintomas, entretanto, se continuarem por mais de três meses, a mulher deve retornar ao médico.

Existem medidas que podem ser tomadas para evitar a retenção de líquidos, como: prestar atenção na alimentação, acrescentar hortaliças e frutas no cardápio, pois elas facilitam e prolongam a digestão melhorando a absorção de minerais que evitam a retenção. Cortar ou diminuir a ingestão de líquidos durante as refeições, pois vai ajudar na digestão e evitar a retenção de líquidos. Beber muita água e fazer exercícios físicos regularmente, só favorecerá também uma vida mais saudável.

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1 de Outubro de 2012 at 9:35 2 comentários

Você conhece a Candida?

 Débora de Mello Gonçales Sant´Ana

Turma da disciplina de Metodologia da Popularização da Ciência Aplicada a Farmácia de 2012.

A Candida? A Candinha? Filha da vizinha? Não, na verdade esta é outra, a Candida albicans e outras candidas, um grupo de fungos muito pequenos que não pode ser visto sem a ajuda de microscópios. Este fungo é redondinho então por isso recebe o nome de levedura. No passado, a cândida era conhecida como monília. Para ela sobreviver precisa estar no corpo de uma pessoa como você….. pois precisa de calor e umidade para sobreviver. Este fungo microscópico vive no trato gastrointestinal e genital feminino (especialmente na vagina) da maioria as pessoas. Como vivem normalmente nestes locais fazem parte do que era chamado antigamente de flora normal, hoje conhecida como microbiota, ou seja, nem sempre causam doenças. Mas, nas mulheres a “cândida” pode levar a infecções,tornando-se causadora de doenças. Isso ocorre porque as mulheres passam por variações hormonais, estresse, baixa imunidade,uso de anticoncepcionais, gravidez, etc. Nestes casos ocorrem mudanças no meio interno da vagina que possibilitam sua sobrevivência e aumento (e como aumentam !!! duplicando a população a cada período de 12-24 horas). Aí pronto! Tem-se uma candidíase, isso mesmo, o final íase indica uma inflamação causada por este organismo.

E agora?? Como saber se eu estou infectada?? Durante a infecção a mulher tem corrimento vaginal, eliminando uma secreção branca, que lembra leite coalhado e que coça MUITO….não tem cheiro e nem sempre é eliminada em grande quantidade. Isso é relativamente comum ao longo da vida da mulher e não indica nada de muito problemático, mas, precisa de tratamento, então, o ginecologista precisa ser procurado.Quando o médico retira um pouco da secreção vaginal, no microscópio será possível identificar qual ou quais microrganismos estão presentes e tratar tendo a certeza do causador da infecção. Normalmente, você vai usar pomadas vaginais de medicamentos antifúngicos. Um cuidado importante neste caso será não usar roupas apertadas, principalmente as íntimas que deverão ser bem lavadas e secadas ao sol.

Quando a mulher usa antibióticos para tratar infecções em outras regiões do corpo poderá matar outros microrganismos da microbiota normal da vagina, sobrando a cândida. Quando isso acontece a cândida tem tudo o que precisa para se multiplicar a vontade e dias depois, lá está…. a candidíase. Mas na maioria dos casos a solução é simples e com cerca de uma semana de uso da pomada vaginal a infecção será controlada e o equilíbrio ecológico restaurado. O que posso fazer para não ter? ainda não se sabe ao certo porque algumas pessoas repetem esta infecção e outras não. Mas, na maioria das mulheres o uso de roupas íntimas soltas e não sintéticas bem como uma vida equilibrada e longe do estresse podem ajudar a evitar esta infecção.

17 de Setembro de 2012 at 17:54 1 comentário

Hipertensão Arterial

Profª Drª Tania Regina Santos Soares

  • O QUE É?

O coração funciona como uma bomba que impulsiona o sangue para as artérias, e a força com que ele faz isso chama-se pressão arterial. Que é determinada tanto pelo volume de sangue bombeado quanto pela resistência que os vasos oferecem a esse sangue. Então a hipertensão se caracteriza por uma pressão arterial acima de 140X90 milímetros de mercúrio, em adultos com mais de 18 anos em repouso, sendo confirmada 3 vezes consecutivas.

É imprescindível esclarecer hipertensão arterial é uma doença crônica que afeta cerca de 20% da população adulta. A metade dos hipertensos desconhece a própria enfermidade. Pode evoluir sem sintomas por mais de 20 anos e, quando não tratada, causa lesões em diversos órgãos e sistemas, produzindo graves complicações. Contribui para o aumento da aterosclerose, podendo determinar sérias complicações, invalidez e também a morte.

A maior incidência de hipertensão arterial ocorre geralmente entre os 30 e
os 55 anos de idade. A hipertensão arterial, bem como suas complicações, pode ser controlada, bastando que se conheça melhor essa doença. É importante salientar o curso assintomático da doença, contudo algumas pessoas podem sentir: dor de cabeça matinal localizada um pouco acima da nuca, tonteiras, sangramento nasal, opressão no peito e cansaço.

  • CONSEQUÊNCIAS

As complicações atingem inúmeros órgãos e sistemas se a doença não for controlada e tratada adequadamente, causando:

  1.  No sistema nevoso central: infartos, hemorragia e encefalopatia hipertensiva.
  2.  No coração: cardiopatia isquêmica (angina do peito), insuficiência cardíaca, aumento de coração e em  algumas situações, morte súbita.
  3.  Nos pacientes com insuficiência renal crônica: nefroeslerose
  4.  Nas artérias: oclusão e obstrução das artérias carótidas, aneurisma de aorta, doença vascular nos membros inferiores.
  5.  No sistema visual: retinopatia, que provoca diminuição da visão.

É imprescindível esclarecer que esta é uma doença silenciosa e que na maioria das vezes diagnosticada, pelo aparecimento das complicações anteriormente citadas.

  • CAUSAS

95% dos casos são chamados de essenciais, por não terem causa definida e estarem associados a múltiplos fatores de risco:

  1.  Histórico familiar: ter parentes próximos hipertensos significa maior risco.
  2.  Idade: a hipertensão é mais comum após os 35 anos.
  3.  Raça: é mais freqüente nas pessoas da raça negra.
  4. Sensibilidade ao sódio: para quem é sensível, o consumo de sal e outros alimentos que contém sódio é um fator de risco importante.
  5. Estresse emocional: a ansiedade e as preocupações decorrentes das mudanças e desafios do dia-a-dia elevam o nível de adrenalina no sangue.
  6. Drogas: fumo, álcool, alguns medicamentos como os descongestionantes nasais à base de vasoconstritores, os anti-inflamatórios,pílulas anticoncepcionais, entre outros, elevam a pressão sanguínea.
  7.  Sedentarismo/obesidade.
  • COMO PREVENIR?!

Os três primeiros fatores de risco citados não são evitáveis, porém, os demais podem ser com um estilo de vida mais saudável, como:

  1.  Evitar excessos alimentares, principalmente sal de cozinha, álcool, gorduras e açúcar.
  2.  Não abusar de alimentos com alto teor de colesterol (manteiga, banha, bacon, gema de ovo, gordura de coco, rins, miolos, peles de aves, frutos do mar, chocolate, cacau, frituras em geral).
  3.  Controle do estresse e peso corporal.
  4.  Não fumar.
  5.  Não tomar medicamentos sem orientação médica.
  6. Praticar exercícios físicos,regularmente, sob supervisão médica.

3 de Setembro de 2012 at 9:56 Deixe um comentário

Cirrose Hepática

Profª Drª Tania Regina Santos Soares

  • O QUE É?

A cirrose é uma doença difusa do fígado, que altera as funções das suas células e dos sistemas de canais biliares e sanguíneos. É o resultado de diversos processos, entre os quais, a morte de células do fígado e a produção de um tecido fibroso não funcionante. Isto prejudica toda a estrutura e o trabalho do fígado.

  • QUAIS AS CAUSAS?

Após períodos variáveis de tempo, indivíduos com inflamações crônicas do fígado estão sujeitos a desenvolverem cirrose. Não sendo possível prever quais
as pessoas com doença de fígado que terão cirrose. Suas principais causas são  as hepatites crônicas pelos vírus B e C  e o alcoolismo. Já as causas menos comuns são as hepatites por medicamentos, hepatite auto-imune, esteato hepatite não alcoólica (NASH), doenças genéticas: doença de Wilson (depósito de cobre no fígado), hemocromatose (depósito de ferro no fígado).

  • SINTOMAS:

A doença é de evolução lenta, podendo ficar anos sem manifestações clínicas (sintomas). Podem se manifestar sintomas inespecíficos como: fraqueza, cansaço, perda de peso, alterações no sono, dores abdominais não localizadas. Com a evolução da doença aparecem sintomas relacionados às funções prejudicadas do fígado (órgão com funções como: metabolização de hormônios, produção de proteínas, fatores de coagulação do sangue). 

Alterações relativas aos hormônios: perda de interesse sexual, impotência, esterilidade, parada das menstruações, aumento das mamas no homem (ginecomastia), perda de pêlos. 

Alterações relativas á circulação no fígado: aumento do baço, varizes de esôfago e estômago com risco de hemorragias (vômito ou fezes com sangue).

 Alterações devido não metabolização da bilirrubina: amarelão (icterícia = excesso de bilirrubina no sangue).

Outras alterações: ascite (barriga d’água), desnutrição, facilidade de sangramento (gengiva, nariz).  Pode ocorrer também encefalopatia hepática devido á não eliminação pelo fígado de metabólitos tóxicos. Ela pode ir de agitação ou sonolência ao coma.

  • COMO PREVENIR?!

A melhor prevenção das cirroses de origem viral é através da vacinação contra Hepatite B e dos rigorosos critérios de controle do sangue usado em transfusões. Bem como, uso de preservativos nas relações sexuais e o uso individualizado de seringas pelos usuários de drogas injetáveis. É imprescindível o tratamento dos portadores das hepatites crônicas B e C, antes que evoluam para cirrose. Evitar o uso excessivo de álcool, sendo necessária parada total do consumo em pessoas com hepatites B ou C.

29 de Agosto de 2012 at 16:12 Deixe um comentário

Gastrite

Acadêmico de Medicina Victor Gualda Galoro
Profa. Dra. Tania Soares

  • O QUE É? 

A gastrite, várias vezes referida como desconfortos relacionados ao aparelho digestivo, é uma inflamação da mucosa do estômago. Essa
enfermidade pode ser aguda ou crônica.

  • COMO SE DESENVOLVE

Gastrite aguda

Por ser de aparecimento súbito, evolução rápida e facilmente associada a um agente causador, permite uma abordagem mais simplificada. Medicamentos, infecções, estresse físico ou psíquico podem levar a esse quadro.

  1. Ácido acetil-salicílico (aspirina, AAS), Anti-Inflamatórios  não esteróides, corticóides, bebidas alcoólicas ou a ingestão acidental ou suicida de certas substâncias corrosivas são exemplos de agentes agressores da mucosa gástrica;
  2. Alimentos contaminados por germes, bactérias, vírus, ou suas toxinas, são causas freqüentes de inflamação aguda do estômago, como parte de uma infecção, genericamente conhecida como gastroenterite aguda;
  3. Uma situação bastante conhecida é a hemorragia digestiva superior aguda, com vômito e evacuações com sangue; A hemorragia digestiva pode ocorrer como complicação de situações graves como o estresse, pela longa permanência dos doentes em UTI, em períodos pós- operatórios, em pacientes com queimaduras em extensas áreas do corpo, em politraumatizados ou em pacientes com infecção generalizada (chamada de septicemia).

Gastrite Crônica

Em relação à gastrite crônica, também existe muita confusão, principalmente no que se refere aos sintomas e à relação com os agentes causadores.

  1. A bactéria Helicobacter pylori pode causar gastrite crônica;
  2. Na gastrite crônica atrófica, situação em que diminui muito as células da mucosa do estômago, existe considerável redução na produção de ácido gástrico, que é importante para a “esterilização” do que ingerimos e para a digestão dos alimentos;
  3. Por vezes a bile que é lançada no duodeno reflui para o estômago e pode causá-la. Esses fatores atuando isoladamente ou em conjunto podem determinar o quadro de gastrite crônica.
  • SINTOMAS

A maioria dos casos crônicos não apresenta sintomas. Já na gastrite aguda, quando existem queixas, são as mais variadas possíveis: Dor em queimação no abdôme, azia, perda de apetite, náuseas e vômito. Até sangramento digestivo em casos graves, demonstrado pela evacuação de fezes preta (melena) e/ou vômitos com sangue (hematêmese).

Por deficiência de vitamina B12 e ácido fólico, pode ocorrer anemia manifestada por: fraqueza, ardência da língua (glossite), irritação dos cantos dos lábios (comissurite), diarréia e, mais raramente, alterações neurológicas envolvendo memória, orientação e coerência, quadro clínico relacionado à gastrite atrófica.

  • COMO PREVENIR?
  1. Evitar o uso exagerado de  medicações irritativas como anti-inflamatórios e a aspirina. Siga as orientações médicas;
  2. Evitar abuso de bebidas alcoólicas;
  3. O cigarro, por causa da nicotina, é um grande agressor da mucosa gástrica. Diminua ao máximo a quantidade de cigarros, caso não consiga parar de fumar;
  4. Tome com moderação bebidas que contenham cafeína, como:
    refrigerantes, café, chá-mate, entre outras;
  5. Procure comer com calma, fracionadamente e em lugares sossegados;
  6. O nervosismo e os  momentos de tensão são fatores agravantes da gastrite e da hiperacidez, pois provoca no corpo uma reação que aumenta a secreção gástrica. Manter a calma ainda é um dos melhores remédios.

8 de Agosto de 2012 at 10:34 2 comentários

GRIPE A, o que eu preciso saber?

Pamela Zanni

Mestranda do Programa de Pós-graduação em Biociências Aplicadas à Farmácia da UEM.

Em abril do ano de 2009 a população mundial se assustou com a notícia de que um novo vírus, ainda não conhecido, estaria causando infecção, gripe no mundo todo. Foi o início da primeira pandemia de gripe dos últimos 40 anos; a primeira do século 21.

A gripe então referida ficou conhecida como “ gripe suína”. Sim, o vírus H1N1, agente causal da gripe, tem origem suína, sendo uma combinação de genes ainda desconhecido em humanos.

A Influenza A (H1N1) é uma doença respiratória aguda que acomete principalmente crianças, idosos, gestantes e imunodeprimidos. É uma doença com alta transmissibilidade, sendo o contato direto, ou seja, (pessoa a pessoa) por gotículas de saliva expelidas ao falar, tossir e espirrar, porém, o contato indireto também pode causar a infecção. As mãos, como em outras infecções, é o principal veículo transmissor do vírus, ao favorecer a introdução de partículas virais diretamente na boca, olhos e nariz.

O período de transmissibilidade é longo sendo aproximadamente 7 dias em adultos e 14 dias em crianças, alertando a importância de cuidados básicos em creches e escolas.

Quais são os sintomas?

Febre alta (39ºC) com inicio súbito, calafrios frequentes, dores no corpo, ardência nos olhos, tosse contínua e seca com ausência de muco, dores musculares e cansaço extremo, devem procurar imediatamente o serviço de saúde de referência para avaliação, caso os sintomas acima persistirem.

O tratamento é feito com Fosfato de Oseltamivir, Tamiflu®, é usado no tratamento da infecção.

Algumas medidas preventivas podem ser tomadas, como evitar aglomerações, melhorar o fluxo de ar abrindo portas e janelas, evitar tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies,higienizar as mãos com freqüência, utilizando água e sabão ou soluções alcoólicas, especialmente se tocar a boca e nariz ou superfícies potencialmente contaminada.

A conscientização da população e os cuidados básicos são a melhor maneira de se evitar a doença.

1 de Agosto de 2012 at 11:57 Deixe um comentário

Estou com micose, e agora??

Cristiane Shinobu Mesquita

Programa de Pós-graduação em Biociências Aplicada a Farmácia da UEM

 

Quando chega o verão, as pessoas começam a se preparar para ir à praia ou piscina. As mulheres ainda se preocupam com os quilinhos extras e, quando está tudo pronto, uma última olhada no espelho revela uma grande quantidade de manchas brancas nas costas! Ai meu Deus, estou com micose, e agora???

Realmente, manchas brancas podem revelar uma micose, ou seja, uma infecção por fungos que atinge a pele, mas não precisa de tanta preocupação, pois não se trata de uma doença grave. Ela é popularmente chamada de pano branco, mas seu nome é pitiríase versicolor, e é causada por um fungo chamado Malassezia furfur e, por incrível que pareça, não é transmitida de uma pessoa para outra.

Na verdade, este fungo vive pacificamente em nossa pele e, em algumas situações que abaixam nossa imunidade, como um simples estresse, ele passa a causar a doença. Este tipo de micose normalmente leva ao aparecimento de manchas brancas ou avermelhadas, que descamam, e podem estar presentes na face, couro cabeludo, pescoço e a porção superior do tronco, ocorrendo com maior freqüência em homens com idade entre 14 a 30 anos. A faixa etária se deve ao fato de que, nesta idade, as pessoas costumam apresentar uma maior oleosidade na pele, e o fungo, precisa desta oleosidade para sobreviver.

Para o tratamento, devemos procurar um dermatologista, que poderá recomendar cremes ou pomadas adequados, a base de antifúngicos. Mas é preciso ter paciência, pois o tratamento é longo.

4 de Julho de 2012 at 17:07 Deixe um comentário

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