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Narguile: Fumacinha que só faz mal à saúde

Fabio José Bianchi e Larissa Renata de Oliveira Bianchi

O Narguilé, famoso “cachimbo de água” que, de tempos para cá, tornou-se moda nacional, é de origem oriental, possuindo diversos nomes e formatos, de acordo com a região. É tradicionalmente utilizado em muitos países do mundo, em especial no Norte da África, Oriente Médio e Sul da Ásia. Outros nomes utilizados para se referir ao narguilé são: hookah (na Índia e outros países que falam inglês), shisha ou goza (nos países do Norte da África), narguilê, narguila, nakla, arguile, narguilé, entre outras denominações.

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O fumo utilizado em narguilés é diferenciado dos demais, pois é feito com melaço (subproduto do açúcar) e frutas ou aromatizantes. As essências são variadas, podendo ser encontradas no aroma de frutas. O uso do narguilé envolve riscos à saúde, como acontece com todos os produtos derivados de tabaco. Há controvérsia, no entanto, se esses riscos são maiores ou menores que aqueles associados aos cigarros. Em média, ao fumar um cigarro em cinco minutos, inala-se entre 300 e 500 mililitros de fumaça. Já uma sessão de narguilé dura de vinte minutos a uma hora – o que representa 10 litros de fumaça.

A Organização Mundial de Saúde afirma que a fumaça do narguilé contém inúmeras toxinas que podem causar câncer do pulmão, doenças cardíacas e outras. A Academia Americana de Periodontologia (estuda a gengiva e as estruturas que dão suporte aos dentes) afirma que o uso do narguilé é comparável ao cigarro, em relação aos riscos de doenças da gengiva.

Estudos demonstram que o usuário do narguilé, comparado ao fumante típico de cigarros é exposto a mais a toxinas como nicotina e monóxido de carbono. Poucas ainda são as pesquisas que apontam cientificamente os efeitos do narguilé para o ser humano.

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19 de Agosto de 2013 at 8:06 Deixe um comentário

Enfisema Pulmonar

Professora Tania Soares

  • O QUE É?

Trata-se de uma doença crônica, na qual os tecidos dos pulmões são gradualmente destruídos, tornando-se hiperinsuflados (muito distendidos). Esta destruição ocorre nos alvéolos pulmonares, onde acontece a troca do oxigênio pelo gás carbônico. Então, o sangue circulante no organismo fica menos oxigenado e a pessoa passa a sentir falta de ar para realizar tarefas ou
exercitar-se. Além disso, os pulmões perdem a elasticidade, tornando mais difícil a saída do ar após cada inspiração.

  • QUAIS AS CAUSAS?

A maioria dos casos é devido ao tabagismo. Sendo que à medida que vão fumando, vão piorando a sua capacidade pulmonar. E isso ocorre com cerca de
10-15% dos fumantes mais suscetíveis ao efeito nocivo do fumo. Geralmente, essas alterações são sentidas após anos do uso de tabaco. Poucos casos são devidos à deficiência de alfa-1-antripsina, que é uma enzima produzida nos  pulmões.

  • COMO PREVENIR?

Evitar o tabagismo e reduzir a exposição a poluição do ar.

Lembrando que…

  • Quanto mais cigarros por dia ou mais anos fumando, maior a chance de desenvolvimento da doença. A forma de se prevenir é não fumar.
  • A interrupção do tabagismo também é benéfica em qualquer fase da doença, pois não acelera a progressão da mesma.

23 de Julho de 2012 at 9:40 Deixe um comentário


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