29 de Junho de 2012 at 13:31 Deixe o seu comentário

Leishmaniose Visceral: uma doença letal

Autora: Karine Delgado Souza

Biomédica – Mestranda do programa de Biociências e Fisiopatologia

Com mortalidade global em 59.000 óbitos por ano, as leishmanioses constituem um grupo de doenças que permanecem como problema de saúde pública em pelo menos 88 países. A leishmaniose visceral (LV) tornou-se uma das doenças mais importantes da atualidade dada a sua incidência e alta letalidade, principalmente em indivíduos não tratados e crianças desnutridas, além de ser considerada emergente em indivíduos portadores da infecção pelo vírus da imunodeficiência adquirida (HIV). Sabendo da grande importância dessa doença, um grupo de pesquisadores liderados pelo patologista Dr. Daniel Gomes de Alvarenga, da Universidade do Vale do Rio Doce, liderou um estudo em Campo Grande no Mato Grosso do Sul (MS), sobre os fatores associados a sua letalidade. Para o estudo, foram utilizados prontuários dos pacientes com diagnóstico clínico, epidemiológico e laboratorial de leishmaniose visceral, registrados entre 2002 a 2005 no  Serviço de Infectologia do Núcleo de Hospital Universitário (NHU) da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS).

Clinicamente, a LV apresenta-se como uma doença generalizada, crônica, caracterizada por febre irregular e de longa duração, hepatoesplenomegalia (aumento do fígado e do baço), linfadenopatia (dilatação dos linfonodos), anemia, emagrecimento, inchaço e estado de debilidade progressivo, levando à caquexia e, até mesmo, ao óbito. A evolução das formas clínicas é diversa, podendo o indivíduo apresentar desde cura espontânea, formas assintomáticas (não apresenta sintomas), até manifestações graves, podendo alcançar letalidade entre 10% em casos tratados de forma errada e 98% em casos não tratados. Para o tratamento, utiliza-se no Brasil o Glucantime® como medicamento de 1ª escolha, e a anfotericina B como droga de segunda escolha, de acordo com o protocolo do Ministério da Saúde.  Todavia, apesar do tratamento, os últimos anos, a letalidade da LV vem aumentando gradativamente, passando de 3,6% em 1994 para 8,4% em 2004.

             Existem desvantagens ao uso do Glucantime® como a resistência ao medicamento, administração intramuscular, e efeitos colaterais transitórios e algumas vezes letais em pacientes portadores de pancreatite, pneumonia e de doenças renais, hepáticas e cardíacas. Entretanto, o baixo custo é um fator importante para que esta droga seja a primeira escolha em regiões endêmicas mundiais, inclusive no Brasil. No estudo, oito pacientes fizeram o uso de Glucantime® (mesmo sabendo das contraindicações) e tiveram uma letalidade de 85%. Também foi mostrado que o prognóstico da doença se torna ruim quando ela é associada à presença de outras doenças (cardiopatias, hepáticas e renais), e piora ainda mais quando o Glucantime® é administrado.

Foi concluído que a alta letalidade nos casos de leishmaniose visceral no Brasil, principalmente na região de Campo Grande (MS), demonstra a falta de estudos e conhecimento acerca dos medicamentos utilizados no tratamento. Os pesquisadores também sugerem que o prognóstico da doença torna-se ruim quando a mesma é associada à presença de outras enfermidades, e torna-se pior ainda quando o Glucantime® é administrado nestes pacientes. Com a releitura do uso e indicações das drogas, a partir de 2004 pelo Ministério da Saúde, em que pacientes com co-morbidade estão contraindicados para fazer uso de Glucantime® espera-se um decréscimo da letalidade ao longo dos anos.

Para saber mais acesse:

ALVARENGA, D. G. et al. Leishmaniose visceral: estudo retrospectivo de fatores associados à letalidade. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. 43(2):194-197, abri, 2010.

https://museudinamicointerdisciplinar.wordpress.com/2015/07/21/leishmaniose-visceral-voce-conhece-essa-doenca/

http://www.facene.com.br/wp-content/uploads/2010/11/Leishmaniose-visceral-humana_com-corre-%E2%94%9C%C2%BA%E2%94%9C%C3%81es-dos-autores_25.10.12-PRONTO.pdf

11 de Agosto de 2016 at 8:38 Deixe o seu comentário

QUEDAS NA TERCEIRA IDADE: UM PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA

Adriane Behring Bianchi1

Glaukus Regiani Bueno1

Mateus Dias Antunes1

Tiago Franklin Rodrigues Lucena2

  1. Fisioterapeutas e Mestrandos em Promoção da Saúde do Centro Universitário de Maringá – (UNICESUMAR).
  2. Docente do Mestrado em Promoção da Saúde do Centro Universitário de Maringá – (UNICESUMAR).

As quedas na terceira idade atingem muitos indivíduos e por isso são consideradas um relevante problema de saúde pública. Elas podem ter graves consequências, como tornar o idoso dependente (perda da autonomia) nas atividades de vida diária ou até causar uma fatalidade. Dessa forma, investir na prevenção das quedas é muito importante.

            O processo de envelhecimento acarreta diminuição de força muscular, elasticidade e alterações no sistema sensorial, levando a prejuízos no equilíbrio e propensão a fraturas. Estudos mostraram que as quedas atingem cerca de 32% dos idosos, e destes, 19% tiveram fratura como conseqüência.  Entre as principais causas de quedas encontra-se a diminuição do equilíbrio.

            A atividade física é uma das estratégias mais eficazes para diminuir o risco de quedas. Além da adequação do espaço da casa evitando a inserção de elementos que funcionam como fatores de risco: pisos e tapetes escorregadios, etc. Exercícios vestibulares, de equilíbrio, fortalecimento muscular e estimulação proprioceptiva são importantes para a prevenção. O fisioterapeuta é um profissional qualificado para prescrever um protocolo de exercícios físicos direcionado ao idoso, que visa não somente a prevenção de quedas, mas também melhora da saúde integral e qualidade de vida.

 

 

 

 

 

 

 

REFERÊNCIAS:

 

BRITO, T.A.; FERNANDES, M.H.; COQUEIRO, R.S.; JESUS, C.S. Quedas e capacidade funcional em idosos longevos residentes em comunidade. Texto Contexto Enferm, v.22, n.1, p.43-51, 2013.

 

CASTRO, M.F.; SANCHEZ, E.G.M.; FELIPPE, L.A.; CHRISTOFOLETTI, G. O papel da fisioterapia no controle postural do idodo. Revista Movimenta, v.5, n.2, p.172-179, 2012.

 

CRUZ, D.T.; RIBEIRO, L.C.; VIEIRA, M.T.; TEIXEIRA, M.T.B.; BASTOS, R.R.; LEITE, I.C.G. Prevalência de quedas e fatores associados em idosos. Rev Saúde Pública, v.46, n.1, p.138-46, 2012.

 

PEREIRA, E.M. O processo de envelhecer na dimensão cultural. In: PEREIRA, E.M.; BONINI, J.S. Envelhecimento e suas implicações para a área da saúde. Guarapuava: Unicentro, 2014.

 

PERRACINI, M.R. Manejo de quedas em idosos. In: RAMOS, L.R; CENDOROGLO, M.S. Guia de geriatria e gerontologia. 2 ed. Barueri, SP: Manole, 2011.

28 de Julho de 2016 at 12:51 Deixe o seu comentário

COMO EVITAR A CONSTIPAÇÃO INTESTINAL EM IDOSOS

Mateus Dias Antunes¹

Adriane Behring Bianchi¹

Glaukus Regiani Bueno¹

Sonia Maria Marques Gomes Bertolini²

  1. Mestrandos em Promoção da Saúde do Centro Universitário de Maringá – (UNICESUMAR).
  2. Docente do Mestrado em Promoção da Saúde do Centro Universitário de Maringá – (UNICESUMAR).

O crescimento da população idosa já é considerado um fenômeno mundial. Um dos problemas encontrados no dia a dia dos idosos é a constipação intestinal. Considera-se constipação um atraso na eliminação fecal ou retenção anormal no intestino.

Existem diversos fatores que contribuem para o aparecimento da constipação intestinal, entre eles, o uso de medicamentos, a dieta, alterações endócrinas e psicossociais. A falta de conhecimento sobre este ocorrido pode levar ao aparecimento de lesões e incontinência urinária.

As mudanças de comportamento e estilo de vida são fundamentais para prevenção e melhora da constipação intestinal. Uma alimentação rica em fibras (grãos integrais, farelo de trigo, soja, centeio e verduras), beber água regularmente e realizar atividades físicas regularmente ajudama melhorar o funcionamento gastrointestinal e evitar a constipação intestinal.

ALGUMAS DICAS

  • Coma frutas, se possível com a casca.
  • Beba muita água.
  • Tente evitar crises de ansiedade e situações de estresse.
  • Sempre que estiver com vontade vá ao banheiro.

REFERÊNCIAS

  1. YUKI, Mika et al. EffectsofDaikenchutoon Abdominal BloatingAccompaniedbyChronicConstipation: A Prospective, Single-Center Randomized Open Trial . CurrentTherapeuticResearch, v.77, p.58-62, 2015.

  1. SAGAE, UnivaldoEtsuoet al. Effectivenessofbiofeedbacktherapy in patientswithchronicconstipation. JournalofColoproctology. V, 32, n.1, p.65-71, 2012.
  2. CEÑA, Domingo Palacioset al. Time trends in leisure time physicalactivityandphysical fitness in theelderly: Five-year follow-up ofthe Spanish National Health Survey (2006–2011). BMC Public Health, v. 80, n.4, p.391-398, 2015.
  3. http://medicinanatural.blogspot.com.br/2014/07/prisao-de-ventre.html Acesso em 08/07/2016 as 12:11.

25 de Julho de 2016 at 9:11 Deixe o seu comentário

O segredo é cozinhar!

Natália Brita Depieri

Graduanda em Ciências Biológicas na Universidade Estadual de Maringá

Você já se perguntou por que os humanos possuem um cérebro mais desenvolvido que os outros animais? Pois é, ao longo da história muitas pessoas se fizeram essa pergunta e tentaram respondê-la. A neurocientista Suzana Herculano-Houzel também foi em busca dessa resposta e propôs uma teoria para isso. Os cientistas em geral acreditavam que o número de neurônios aumentava de acordo com a evolução, e, que cérebros do mesmo tamanho possuem o mesmo número de neurônios. Consequentemente, quanto maior o tamanho do cérebro, maior o número de neurônios. Então por que nós estudamos os elefantes e não são eles que nos estudam? Já que o cérebro de um elefante possui aproximadamente 4,5 kg e é muito maior que um humano que possui em média 1,5 kg? A neurocientista apresenta informações de que isso indica que os cérebros não são feitos da mesma forma. Sabemos que a nossa capacidade cognitiva é muito maior que a de um elefante, portanto, o que nosso cérebro possui de tão especial? Será que a resposta para isso é a quantidade de neurônios? Há poucos anos atrás acreditava-se que o cérebro humano tinha cerca de 100 bilhões de neurônios. Porém, ninguém sabia de onde havia surgido essa informação. Suzana Herculano e seu grupo desenvolveram então uma técnica para contar neurônios e confirmar esse número (para saber mais leia o artigo completo citado no final do texto). Entretanto, descobriram que o cérebro humano possui aproximadamente 86 bilhões de neurônios. Com essa mesma técnica foi possível contar os neurônios de outros animais, e puderam observar que o cérebro de diferentes grupos animais são formados de maneiras distintas. Como por exemplo, o cérebro de um primata tem mais neurônios que o cérebro de um roedor, mesmo que ambos tenham o mesmo tamanho. Mediante cálculos de proporções verificou-se que nosso cérebro possui as proporções morfológicas de um cérebro de primata para um corpo de primata. Ou seja, somos primatas mesmo! Mas, se não é o número de neurônios que nos diferencia dos outros animais, o que mais poderia ser? Sabe-se que cada bilhão de neurônios consome cerca de 6 kcal por dia. Em vista disso, nosso cérebro consome aproximadamente 516 kcal/dia. O que é um valor muito alto, em vista das 2000 kcal que o organismo precisa consumir diariamente. Um primata leva no máximo 9 horas por dia comendo para conseguir manter seu corpo e seus 30 bilhões de neurônios. Logo, para mantermos nossos 86 bilhões precisaríamos passar muito mais que 9 horas comendo, porém não sobraria tempo nem para usarmos as funções cognitivas avançadas que temos. Assim sendo, não teríamos vantagem em possuir tantos neurônios. Pensando nisso, qual é a diferença entre a nossa alimentação e a alimentação de outros primatas? Nós cozinhamos! Isso mesmo, esse é o grande segredo. Os demais primatas comem alimentos crus. Porém, com a descoberta do fogo passamos a cozinhar nossos alimentos e fazer uma pré-digestão deles fora do corpo. Os alimentos que são cozidos facilitam a mastigação e consequentemente aumentam a capacidade de absorção nutritiva deles no intestino. O que nos leva a absorver mais energia em menos tempo, suprir a grande demanda cerebral e utilizar nossos neurônios para outras atividades. Essa é a teoria desenvolvida pela Suzana Herculano-Houzel para o que diferenciou o cérebro humano dos demais animais.

Legenda: A pesquisadora Suzana Herculano-Houzel Fonte: http://www.sextante.com.br/noticias/?tag=suzana-herculano-houzel

Legenda: A pesquisadora Suzana Herculano-Houzel
Fonte: http://www.sextante.com.br/noticias/?tag=suzana-herculano-houzel

Fonte: http://www.scielo.br/pdf/rbp/v28n4/12.pdf

Fonte: http://www.scielo.br/pdf/rbp/v28n4/12.pdf

 

 

 

 

 

 

 

PARA SABER MAIS ACESSE:

 

Você também pode acessar o artigo que explica a nova maneira de contar neurônios em:

http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/cne.21974/abstract

21 de Julho de 2016 at 8:32 Deixe o seu comentário

DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA EM ZOOLÓGICOS E PARQUES

Mateus Dias Antunes

Mestrando em Promoção da Saúde (UNICESUMAR)

Pelas cidades do planeta estão espalhados os parques e os zoológicos que realizam uma enorme função de fascínio nos seres humanos de qualquer faixa etária. Antigamente, os zoológicos tinham como objetivo expor animais vivos e, diversas vezes condicionados a demonstrações e espetáculos, que alguns lugares esses animais eram violentados de forma cruel para o exibicionismo.

Os reis e rainhas tinham como coleções particulares em seus quintais os primeiros zoológicos, com o tempo esses animais foram treinados para demonstração ao público. Depois que o conhecimento científico foi se ampliando no contexto de animais de cativeiros, os zoológicos revelam mudanças em suas concepções atuais.

Com isso, os zoológicos e os parques são considerados nos dias de hoje como “museus abertos”, pois possuem a missão de revelar o comportamento e a beleza dos animais para que os visitantes possam criar atitudes de apreciar e preservar a vida. Os visitantes destes locais podem entrar em contato com inúmeros elementos da nossa fauna e flora, permitindo valorizar as riquezas naturais e despertando o espírito de conservação e preservação das espécies.

Portando, eles são potentes divulgadores da ciência, da tentativa de familiarizar o público leigo com conhecimentos que servirão de base para práticas mais eficazes por meio de uma sociedade mais esclarecida.

O Parque Estadual Vila Rica do Espírito Santo fica localizado entre as cidades de Engenheiro Beltrão – PR e Fênix – PR, neste espaço existe além de trilhas ecológicas e com conhecimentos de plantas e espécies nativas, há um museu que contempla com a história da antiguidade da região.

O Zoológico de São Paulo – SP é um potente divulgador de conhecimento científico com os seus projetos, trabalhos científicos, congressos e projetos de educação ambiental. Neste local, existe a possibilidade dos visitantes conhecerem os locais em que as espécies vivem e as peculiaridades das mesmas.

Por fim, estes espaços como zoológicos e parques proporcionam o conhecimento, a sensibilização e a informação a fim de gerar uma conscientização para diversas questões ambientais. Os pontos positivos destacam a existência do conhecimento sobre preservação das espécies e da natureza, recebe inúmeras visitações por ano e divulga ciência para a comunidade em geral, porém como pontos negativos, estes espaços estão em grandes cidades e capitais e dificultam o acesso devido a distância de cidades e os valoresque alguns lugares cobram, podem não ser acessíveis a todos.

 

 

 

 

 

 

 

Para saber mais: http://www.ppgec.unb.br/images/sampledata/dissertacoes/2012/versaocompleta/alberto_gomes_brito.pdf

http://fep.if.usp.br/~profis/arquivos/ivenpec/Arquivos/Orais/ORAL009.pdf

14 de Julho de 2016 at 8:49 Deixe o seu comentário

Posso pegar sarna do meu cachorro?

Ellenn Pollyanna Alexandre Fernandes

Médica Veterinária – Mestranda PBF UEM

A resposta é…depende!

Os cães podem desenvolver dois tipos de sarnas, causadas por dois ácaros diferentes:

Sarcoptes scabiei: causador da sarna sarcóptica ou escabiose canina. Ela é caracterizada principalmente por provocar muita coceira e ocasionar lesões de pele primeiramente na região das orelhas e cotovelos. Sua importância torna-se maior pela facilidade de transmissão através do contato direto com outro cão doente e pelo seu potencial de transmissão ao ser humano, sendo considerada uma zoonose (FRANCO E HAMANN, 2004).

O outro ácaro é o Demodex canis, causador da sarna demodécica, ou demodicose canina; esta, não é considerada uma zoonose, pois não é transmissível à outros cães e aos seres humanos. Acredita-se que seja devido a uma predisposição genética individual, onde a pele dos cães portadores de demodicose é ecologicamente favorável à reprodução e crescimento dos parasitos (Silva et al.; 2008). Fatores como nutrição inadequada, estresse, endoparasitoses, enfermidades debilitantes, imunossupressão e alterações hormonais durante o ciclo estral também podem contribuir para o surgimento das lesões. Então, como faço para saber qual sarna meu cão tem?

O médico veterinário irá fazer um exame de material colhido por raspagem de pele profunda e irá confirmar a presença do ácaro. O tratamento, se feito no início da doença, é simples e sem complicações para o cão, obtendo um bom resultado.

Portanto, se o seu cão começar a ter coceiras intensas pelo corpo, fique atento e leve-o ao médico veterinário de sua confiança!

Fonte:www.amigodobicho.net

Fonte:www.amigodobicho.net

 

 

 

 

 

Referências: FRANCO, M.B.; HAMANN, W. Doramectin in the treatment of dogs with sarcoptic mange and  gastrointestinal nematodes, Archives of Veterinary Science v. 9, n. 1, p. 23-29, 2004.

Silva et al.; CANINE DERMODICOSIS AND NEW TREATMENT PERSPECTIVES: REVIEW. Arq. Ciên. Vet. Zool. Unipar, Umuarama, v.11, n.2, p. 139-151, jul./dez. 2008.

 

 

 

7 de Julho de 2016 at 8:14 Deixe o seu comentário

QUERIDO CORAÇÃO

Cristiany Schultz

Educador Físico – Pós Graduação Anatomia e Histologia- UEM

Imagem 1.

Imagem 1.

O coração é um órgão oco, muscular, contrátil, que possui quatro cavidades, com a contração do coração o sangue é impulsionado para o interior da rede vascular ( vasos), para ser distribuído ao corpo e conduzido de volta ao coração.

Para que os batimentos cardíacos se regulem com harmonia, é necessário a ação conjunta e antagônica de nervos importantes que movimentam o coração.

Sabe-se que um órgão qualquer está em pleno funcionamento quando ele nos dá a impressão de que não existe, neste caso o coração é capaz de dominar, de polarizar a vida inteira do indivíduo como começa a ser sentido, quando começa a existir.

Basta pensar que ele normalmente se contraí uma vez por segundo, três mil vezes por hora e cem mil vezes por dia, para que o medo se instale decorrente de uma parada brusca.

Mas é preciso saber também que entre um tictac que se repete, no mecanismo da circulação. Há um período de silêncio, melhor dizendo, de repouso.  .

Se pensarmos ainda que o coração não impele mais é impelido pela onda sanguínea que o faz palpitar, já não o consideraremos como um déspota do corpo, ao qual a própria vida se escraviza, a partir disso a pergunta que norteia é porque o sangue circula?

A resposta então seria: Porque o liquido corre… e porque corre? Corre porque corre… por isso o coração palpita, por que simplesmente a onda sanguínea impele para isso, logo o risco da vida está no mecanismo da circulação e não no coração em si mesmo.

Ao contrário do que muita gente pensa, o coração, é um órgão muito resistente, é o “comandante do navio”, quando lesado, conta com as compensações de reforço e defesa, vai batendo até o derradeiro alento da vida.

 

Depois da morte também oscila, é um colaborador da vida, emoções desagradáveis provocam aceleração dos batimentos cardíacos, emoções gratas fazem o coração trabalhar mais devagar, as sensações daí decorrentes são infinitas, uns dizem que o coração nestas ocasiões da verdadeira cambalhota.

Imagem 2.

Imagem 2.

 

Para saber mais acesse: 

http://www.fleury.com.br/medicos/educacao-medica/revista-medica/materias/Pages/cuidados-com-o-coracao-do-atleta.aspx

http://www.sitemedico.com.br/site/qualidade-de-vida/bemestar/7163-os-cuidados-com-o-seu-coracao

Referencia bibliográfica:

Vícios da Imaginação. Da Silva Pereira, Gastão Capítulo V, O CoraçãoPsíquico, Editora Italiana 2ª Edição, p.69 a 78.

 

13 de Junho de 2016 at 11:17 Deixe o seu comentário

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